A pergunta mais comum de quem vai viajar com o cão em casa é simples: como é, na prática, um hotel para cachorro?
Não é um box de passagem. Na Pousada CãoBoy, desde 1995, a hospedagem é sítio: gramado cercado, dormitório próprio e rotina ao ar livre.
Onde o cão passa o dia
O hotel para cachorro tem campos cercados — cerca de 700 m² para médios e grandes, 500 m² para os menores — pista de agility, piscina e lago com nascente de água mineral.
O lago é só de manhã. Assim o cão não dorme com o pelo úmido. Quem não entra na água permanece no gramado.
Onde o cão dorme
Cada tutor tem um dormitório de cerca de 18 m², com dois ambientes: espaço coberto e corredeira gramada. Dois cães da mesma casa ficam juntos ou separados — a escolha é do tutor.
Não é pátio de fundo de loja. É o lugar onde o cão descansa depois do dia no campo.
O que conferir num hotel de verdade
- Dormitório individual por tutor, não um box coletivo
- Área verde cercada, não gramado artificial de recuo
- Veterinário no local e clínica parceira para emergência
Quem cuida da saúde
Há veterinário no local duas vezes por semana. Para emergência, a pousada usa clínica parceira 24 horas — não há veterinário 24h na propriedade.
Há câmeras internas com gravação 24 horas. O tutor não tem acesso remoto às imagens.
Como o cão chega
O tutor leva de carro ou contrata o Taxi Dog, exclusivo para hóspedes. Check-in, check-out e visitas: segunda a sábado, das 10h às 16h. WhatsApp: (11) 99900-7535, das 8h às 17h.
Antes da primeira estadia, confira os requisitos e a tabela de preços.
Um hotel para cachorro de verdade responde primeiro se o cão vai ficar bem — espaço, dormitório e rotina — e só depois como ele chega.
— Pousada CãoBoy, desde 1995